#FridaySong – Forget You – Cee Lo Green

Para alegrar a sexta e animar pro fim de semana:

 

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Cadeira de Viagem – Argentina – parte 1

Sei que ainda não comentei aqui, mas estou em intercâmbio na Argentina. por isso, decidi deixar aqui no blog algumas dicas pra quem estiver vindo pra cá, até porque, a quantidade de brasileiros que se encontram por aqui é de assustar (arrisco dizer que a Argentina está pro Brasil assim como o Espírito Santo está pra Minas, ou seja, destino de férias).

Antes de qualquer coisa, é imprescindível prestar atenção à estação do ano em que você vem.

O verão na Argentina é bem quente feito o nosso (ou mais) e, portanto, a mala pode conter roupas mais leves, mas é recomendável trazer um cardigã, uma camisa ou uma jaqueta jeans mais leve pra proteger do vento, que acaba derrubando a sensação térmica.

Já o frio é bem mais rigoroso. Leve essa afirmação a sério, o inverno pode chegar aos 0° ou temperaturas negativas. Para quem vem de um inverno com médias de 15°, 19°, é uma diferença bem significativa. Nessa época são recomendáveis agasalhos de lã, sweater, gorros, luvas e roupas térmicas. Se não tiver essas coisas, leve o que for mais quente do seu guarda-roupa e deixe pra comprar lá (eu até acabei descobrindo peças que nem imaginava usar).

Outra dica boa é fazer seu roteiro turístico antes de chegar à cidade. Uma viagem curta não oferece tempo de fazer tudo e você pode acabar ficando sem fazer algo que gostaria e caindo em algum programa que não te atrai tanto assim. Para escolher os programas que a cidade tem pra oferecer, recomendo dar uma olhada nesse site aqui: Buenos Aires Turismo.

Outra recomendação é conseguir um bom guia turístico para saber onde ir sem medo de errar. Isso é importante porque como qualquer cidade grande, Buenos Aires tem seus riscos em relação à segurança.  Você pode estar apenas indo conhecer o estádio “La Bombonera” e sem perceber cair numa das regiões perigosas da cidade.

Para quem quer conhecer todos os pontos mais marcantes dá pra pegar o Buenos Aires Bus, um ônibus turístico desses iguais aos de Londres.

O serviço de ônibus turísticos de Buenos Aires funciona desde o dia 23 de abril de 2009. Os ônibus, com capacidade para 50 pessoas sentadas, contam com um guia especializado em turismo portenho.

Os ônibus passeiam pela cidade entre as 8.40 e às 19. Saem cada 20 minutos, da esquina de Florida e Avenida Roque Sáenz Peña. O percurso completo leva 3 horas 15 minutos, mas os passageiros podem descer e subir em qualquer das paradas. Os boletos compram-se no ônibus ou no Centro de Informações Turísticas do governo portenho em Florida e Diagonal Norte.

 Bom, essas são só algumas dicas pra começar a falar sobre a Argentina, ainda tem muito assunto para os próximos posts.

Hasta la vista!

#FridaySong – Dionne Bromfield – Foolin’

Sexta é dia de música pra animar o fim de semana. Esse é o mais novo tema da minha Playlist e não me canso de ouvir.

A moça ainda é meio desconhecida por aqui, mas só o fato de ser “afilhada” de Amy Winehouse já anuncia seu talento. Introducing: Dionne Bromfield

(Dá pra acreditar que essa voz toda tem só 16 anos?)

Redes sociais – moda, estilo e fotografia

As redes sociais estão se tornando a cada dia mais populares, crescendo em quantidade e qualidade. E assim surge um monte de ferramentas que facilitam a vida de quem se interessa por fotografia, moda, estilo, turismo…

Já não preciso falar muito do Instagram, que já está mais do que divulgado. Basta um iPhone ou um Android, uma foto, um filtro, uma conexão e pronto, você instantaneamente na rede, mostrando pra todo mundo o que você quiser.

Já o Pinterest é um vício. Apresenta a ideia de um quadro de avisos desses que a gente coloca no quarto e vai anexando qualquer coisa que seja útil ou importante. Você baixa um botão no seu navegador e, assim que você encontra alguma imagem de seu interesse na rede, “pin it”, é só clicar e pronto. E você pode organizar as imagens em categorias.

No início a gente não sabe muito bem o que postar, mas depois, a gente não sabe muito bem o que não postar… rs*

Outro vício é o Fashiolista. Mas aqui o vício é exclusivamente de moda e estilo. Essa rede é para compartilhar seus achados de moda e sonhos de consumo encontrados pelos sites de compra online. É um ótimo lugar para encontrar peças lindas, babar em coleções de cair o queixo e seguir alguma “fashionista” que te inspira.

Recomendo. E vocês, qual rede recomendam?

Reavivando o blog… – “The Phantom of the Opera – 25th-anniversary”

O blog esteve abandonado por algum tempo. Completou um ano e como eu estava super desanimada com o ritmo que andava, nem me animei a postar alguma coisa.

Porém, algo me fez checar o painel e, para minha surpresa, continuava havendo visitas e acessos, ainda que eu não tivesse postando nada novo. Bom, não sei o motivo, talvez realmente precise de um pouco de tempo para o blog “engrenar”. De qualquer maneira, resolvi reavivá-lo.

E para marcar o retorno, vou comentar de um filme lindo que vi na última terça-feira: “The Phantom of the Opera – 25th-anniversary“.

O romance francês escrito por Gaston Leroux foi adaptado aos palcos em 1986 e bateu recordes de permanência na Broadway e em Londres. A história dispensa maiores apresentações em relação a enredo, música e emoções.

Porém, este filme traz algo distinto do que já foi feito. Em comemoração ao 25° aniversário da estreia da ópera no “Her Majesty’s Theatre” de Londres, foi gravado o DVD lindíssimo de uma apresentação ao vivo. E o que faz dessa uma apresentação única é a presença de Andrew Lloyd Webbe, músico e compositor teatral, especificamente compositor deste musical.

A homenagem que o elenco faz a ele é lindíssima, a participação de atores renomados, da primeira formação da companhia, e convidados especiais como Sarah Brightman tornou o público que presenciou essa noite, totalmente invejável.

Essa música, cantada pelos vários “Fantasmas” que já passaram pelos palcos de Londres ficou de arrepiar.

Tive o privilégio de ver o filme na única exibição em cinema que houve aqui em La Plata (Argentina), mas confesso que saí de lá morrendo de vontade de comprar o DVD, ou de pegar logo um voo para Londres ou Nova York para ver o espetáculo ao vivo.

Recomendo muito.

O Cadeira Rosa em 2011

Essas são as estatísticas que o WordPress.com fez do Cadeira. E trouxe um relatório completinho do blog em 2011. Quer conferir?

Aqui está um resumo:

Um comboio do metrô de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 4.000 vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 3 viagens para que toda gente o visitasse.

Clique aqui para ver o relatório completo

E esse foi só o começo. 2012 tem mais!!!

😀

Feliz 2012

Música boa pra começar bem o ano!

 

Looks de Ano Novo

Ano novo, roupa nova… Quem não gosta de estrear um look na noite de Reveillon? Por isso, vim dar dicas de looks práticos, fáceis de achar, com precinho camarada, que tal?

A Blue Steel (marca da Renner, mas que também tem loja própria em algumas cidades), tem uma blusinha fofa, tomara-que-caia de laise que iria muito bem na praia, ou em algum lugar aberto, mais fresquinho…

Ficaria ótima com um shortinho e um calçado mais confortável, como uma rasteirinha bem estilosa.

Já para uma festinha mais chic, num lugar fechado, cai muito bem um vestido em renda branca. A C&A tem um gracinha da coleção “Gisele” que iria muito bem com uma sandália de salto.

E não esquece dos acessórios bacanas para acompanhar. 😉

Mas também dá pra variar um pouco, quebrando o marasmo do branco sem violar o “protocolo” da festa. Olha só esses looks da Hering:

 

A dica aqui é bem legal: aproveitar os acessórios para adicionar um pouco de cor à produção, uma sandália diferente, um cinto, um lenço… qualquer coisa para não te deixar inteira em branco, com cara de chantilly. 😉

E pra quem quer mesmo sair do branco e  usar as outras cores, seja pra atrair dinheiro, amor, sorte, paixão ou simplesmente para não parecer uniformizado na multidão, tem os looks coloridos.

 

E aí gostaram? Tem inspiração para todos os gostos. Ainda dá tempo de encontrar sua roupa de ano novo.

Boas Festas e Feliz 2012!

All I want for Christmas is…

Natal é aquele tempo em que se reencontra velhos amigos, parentes distantes, manda-se mensagens e cartões para aquelas pessoas que estão um tanto quanto esquecidas mas que ainda significam algo pra você.

Mas muita gente se perde com as frases prontas, hipocrisia, festas, presentes e “noéis” e esquecem do que o natal representa de verdade. E como eu gosto de lembrar do verdadeiro sentido das coisas, falemos sobre o natal.

Muitos fazem questão de ressaltar que a data foi escolhida partindo de um festa pagã e mimimi… Não importa de onde ela veio, importa o que ela representa: Celebra-se o nascimento de Cristo.

“Mas por quê o nascimento dele deve ser celebrado?” Bom, Jesus não é só o cara que revolucionou a história com um “Antes” e um “Depois” (ano tal, AC, ano tal, DC)… Ele é o filho de Deus, que se tornou homem para viver e morrer em prol da salvação da humanidade. Salvação da maldade que está em nós. Salvação do pecado. Veio para que o homem se salve de si mesmo. E por fim ressuscitou, vencendo a morte e calando a boca de todos que duvidaram de tão sublime projeto.

Por isso se celebra o natal. Para glorificar aquele que é digno de ser glorificado, o Salvador: Jesus Cristo.

O que eu quero de natal é : que as pessoas se lembrem do que estão celebrando.

FELIZ NATAL

Bonequinha de 50 anos – Breakfast at Tiffany’s

O pretinho básico, óculos escuros de última geração, joias, piteira. Tudo a serviço da silhueta esbelta da atriz Audrey Hepburn; de seu carisma de menina-mulher; e de seu talento inesgotável. O filme mais elegante de todos os tempos completou 50 anos este ano: Bonequinha de luxo, que estreou em 5 de outubro de 1961, é marco de uma cidade e de uma era. A cidade, claro, é Nova York, onde ocorreu o lançamento antes de qualquer outro lugar. A era, a virada dos anos 50 para os 60 do século passado, quando a revolução dos valores era irreversível, mas o mundo ainda tentava preservar pelo menos as aparências de que a velha ordem permanecia em vigor. A história demonstra que não adiantou muito, que as aparências ruíram. E Bonequinha de luxo ficou como registro de tudo aquilo, puro glamour a respeito de uma sociedade que apodrecia diante de nós, sem que percebêssemos.

A própria história da produção de Bonequinha de luxo é sintoma daquele confronto entre transformação e aparências. A Paramount queria um projeto moderno, que falasse dos novos tempos, novos costumes, novas pessoas. Seus executivos se encantaram pelo romance que Truman Capote publicara em 1958, Breakfast at Tiffany’s (literalmente, Café da manhã na Tiffany’s). Capote era na época o sujeito que Nova York mais adorava odiar, escritor e jornalista de língua e caneta mais ferinas que os costumes aceitavam, cinismo absoluto, sinceridade incômoda. O estúdio comprou os direitos sobre Breakfast at Tiffany’s porque era o projeto de seus sonhos. Só que havia um problema: era impossível filmá-lo dentro dos padrões morais que Hollywood adotava e que representavam uma espécie de acordo com os espectadores conservadores, suas igrejas, suas “ligas de decência”.

Basta uma sinopse da história para perceber o problema. A heroína Holly Golightly é uma garota de origens interioranas que tenta ascender socialmente em Nova York se ligando às altas rodas. A moça vive precariamente e patrocina sua tentativa de ascensão graças aos favores de homens ricos. Seu grande sonho é se casar com um deles. Capote sempre brincou que Holly não era uma prostituta, mas uma gueixa à maneira japonesa. Mas até essa brincadeira fala, antes de tudo, da dificuldade de estabelecer categorias morais no mundo moderno.

Retrato de época George Axelrod, roteirista de Bonequinha de luxo, é frequentemente acusado de haver diluído a força que tinha Breakfast at Tiffany’s. A acusação é tola. O filme simplesmente não existiria, pelo menos naquela época, se fosse um discurso pelo menos análogo ao de Capote, nas ações que descreve ou nas ideias por trás delas. A crueza e o cinismo do escritor só seriam aceitos pelo cinema comercial quase uma década depois, após John Schlesinger propor algo semelhante em seu melhor filme, Perdidos na noite. Axelrod praticamente reescreveu Bonequinha de luxo, tentando encontrar estruturas que fossem moralmente palatáveis para o público de sua época, sem deixar de significar a realidade cruel de Capote. A mais evidente dessas mudanças é temporal. Enquanto o romance se passa nos anos 1940, época que o público identificava com a “velha América” (ou seja, o autor insinuava que o vício era inerente à sociedade americana e não à mudança nos tempos e nos costumes), o filme traz a história para os anos 1960, o que acabou por configurá-lo como crônica de seu tempo.

Mas há outras diferenças, além das transformações no enredo, como a aura de romance em todas as situações. No fim das contas, Axelrod usou as estruturas que o público médio de cinema conhecia para dizer coisas que ele nunca tinha ouvido. Se o filme é menos ousado que o romance (Capote propôs nova forma para seu novo conteúdo), não é menos eficiente em sua combinação de comédia inteligente, drama de costumes e história de amor.

E há, claro, a música. Uma geração inteira viveu e dançou ao som da canção Moon River, de Henry Mancini. Não queriam ser Holly, mas queriam viver como ela. É daquelas canções que vão além de sua época, e carregam consigo as sensações dela. Ouvir Moon River até hoje é experiência que nos lembra que virão dias melhores, que tudo passa, que nada é tão importante. O mundo pode ser cheio de falhas, não só as evidentes, mas também as que insistimos em esconder. Não importa: enquanto alguém escutar “Moon River wider than a mile, I’m crossing you in style someday”, permitir que o corpo balance na cadência da canção e se deixar transportar em espírito para lugares melhores, será possível olhar para todas as Hollys do mundo com carinho, tolerância, compreensão. E sorrir para elas, e se apaixonar por elas, pareçam-se ou não com Audrey Hepburn.

Por trás do glamour

Poucos filmes têm tantas histórias saborosas de bastidores como Bonequinha de luxo. Um prato cheio para Sam Wasson, autor de Quinta Avenida, 5 da manhã – Audrey Hepburn, Bonequinha de luxo e o surgimento da mulher moderna, que está sendo lançado no Brasil pela Jorge Zahar Editor (268 páginas, R$ 39). O livro traça um perfil de vários personagens em torno do projeto e revela idiossincrasias de Truman Capote (que queria Marilyn Monroe como estrela), da figurinista Edith Head (que teve que engolir a escolha de Givenchy, que se tornou símbolo de elegância com o filme) e do diretor Blake Edwards, responsável, de acordo com o autor, pelas doses de humor refinado do filme. E revela que Audrey, ao contrário da desmiolada Holly, quem diria, se dividia entre o set e o cuidado com a família. Um livro charmoso. Como a fita.

Na memória

Henry Mancini venceu dois Oscars por Bonequinha de luxo: canção (Moon River) e trilha sonora. O filme também foi indicado ao prêmio em outras três categorias: atriz (Audrey Hepburn), direção de arte e roteiro adaptado.

Segundo Truman Capote, a atriz perfeita para interpretar Holly Golightly teria sido Marilyn Monroe. Ela chegou a ser convidada para o papel, mas recusou, temerosa do efeito que uma personagem que praticamente se prostituía teria sobre sua carreira, que àquela altura já balançava.

Bonequinha de luxo marcou o início do apogeu na criação de seu diretor, Blake Edwards (foto). Ele trabalhava na indústria de cinema e TV desde o início dos anos 1950, mas nunca tivera a chance de realizar um projeto de vulto. A partir do sucesso de Bonequinha de luxo, Edwards foi capaz de convencer a indústria do humor, timing e conteúdo crítico de seus filmes. O resultado foram obras-primas como as comédias Um convidado bem trapalhão, A pantera cor-de-rosa e A corrida do século, ou um drama do porte de Vício maldito.

[fonte: divirta-se.uai – Marcello Castilho Avellar – EM Cultura]