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“Como Fazer” – Maquiagem para diferentes idades

Percebi que um dos temas de pesquisa que conduzem ao blog é maquiagem. Por isso resolvi pesquisar sobre o tema e me inspirei a fazer uma série de posts “como fazer”, sobre assuntos e dúvidas específicos de make. Para não correr o risco de falar besteira, como não sou maquiadora, decidi buscar videos de quem realmente entende do assunto.

E para começar a série, um dos temas pesquisados eram maquiagem para peles mais maduras. Como eu acho muito difícil definir o que é uma pele jovem ou uma madura, decidi fazer um post sobre make para diferentes idades, assim eu consigo atender a todas as leitoras, tenham 15, 20, 30, 40, 50, 60, 70 anos… (e por aí vai).

Adorei esse vídeo. O título diz palestra de maquiagem para senhoras mas na verdade as dicas que ela dá são básicas para make de qualquer idade. Vale a pena e é bem curtinho.

Para as “peles maduras”, a Julia Petit dá dicas super bacanas nesses dois videos. Super recomendo!

E aqui tem uma série de videos do maquiador da natura com makes específicas para mulheres de 30, 40, 50 e 60+ anos.

Para as lindas mulatas de 30:

Para as musas de 40. Esse eu achei muito bom por quebrar o preconceito de que olho escuro é só pra meninas de vinte anos…

 

Para as divas de 50. Nesse a dica do batom vermelho também foi bacana.

Para as beldades de 60 ou mais. Esse em especial eu gostei bastante.

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Beijos meninas.

O poder da Make (Reboco – parte 2)

Já falei aqui que por muitas vezes a maquiagem exagerada fica parecendo reboco de pedreiro. Como prova disso, temos a nova campanha Dermablend.

A intenção do video é, além de divulgar a marca, questionar os julgamentos pela aparência e, claro, te convencer do poder da maquiagem. E faz isso maestralmente bem.

Escolheram a pessoa perfeita para conseguir esse efeito: apagar todas as maquiagens do Zombie Boy não é tarefa fácl. E gente, a campanha me convenceu! Uma espécie de super base, adequada para ser usada em todo corpo parece ótima. Perfeita para disfarçar, por exemplo, aquela manchinha ou pinta na perna quando você for usar uma saia mais curta.

A campanha me ganhou, realmente gostaria de testar o produto. Mas até lá, permaneço deslumbrada com o efeito “reboco de pedreiro” que fizeram no rapaz – até ele se surpreende com o resultado.

Esse video mostra os bastidores da produção:

Precisa de mais o quê para provar o poder de uma make?

Maquiagem e seus tipos – Parte I – Maquiagem Conceitual

A Maquiagem conceitual de Vivienne Westwood

Todo mundo que curte moda já ouviu falar da irreverente Vivienne Westwood, sua roupas expressão seu estilo de vida. Toda sua referência vem do movimento Punk, que nesta coleção de Outono Inverno 2011/12 apresentada em Paris, fica bastante explicito na make das modelos:

Nesta coleção Vivienne vai da  alfaiataria , passando pelo casual até chegar na moda festa.  Seus estilo rebelde é traduzido em suas roupas, e a maquiagens.

As pessoas comuns, podem achar os looks, penteados e maquiagens de extremo mau gosto, e  muitas vezes se perguntam: “Mas quem é que vai usar isso?” A resposta é simples: Nínguem!

Os defesfiles, principalmente os de marcas luxuosas, expressam um conceito, que sintetiza uma ideia, daí surgem as roupas que, geralmente,  não são “vendíveis”. Como exemplo, uma marca poderia lançar uma coleção de verão baseado nos oceanos, então os oceanos seriam traduzidos em roupas vaporosas, leves, azuis, verdes, etc…,  e a maquiagem, “faz parte do show”, é um complemento que ajuda na tradução desse conceito.

A maquiagem conceitual não é usável, mas, digamos, artística, para passarela, desfiles, ou teatros. Afinal ninguém vai sair por ai com a cara pintada de de punk, a não ser que essa pessoa seja adepta do movimento.

 Confira em nossa galeria outros look do desfile de Vivienne e também outras maquiagens conceito.

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Imagens retiradas do Google

Make Cirque du Solei

Os blogs andam cheios de makes para o Halloween, e apesar de eu não curtir muito as bruxas, as fantasias e makes divertidas valem um post.

Por isso, inspirada pelo espetáculo do Cirque du Solei que está para chegar em BH, resolvi postar alguns tutoriais de makes usadas por eles.

Neste, apesar de não ter legendas, as imagens falam por si. 😉

E tem pros rapazes também:

Esse é um workshop – e essa make funciona bem para meninas e meninos 🙂

Gostou? Então, clica em “like” aqui em baixo. 😉

De peles, cremes e alergias – testemunho

Não sei se isso é no pais todo ou a situação é mais crítica em BH, mas a combinação de tempo quente e seco aqui gera muitos efeitos “colaterais” nas pessoas.

Alergias e problemas respiratórios viram queixas comuns. E até eu, que nunca tive problema de alergias, esse ano tive que ir correndo consultar uma alergista por causa de uma tosse que já durava 2 semanas e estava acabando comigo.

Mas o tema desse post não é a respiração e sim a pele.

Desde pequena convivo com um probleminha de pele sensível. Na época de criança, só podia usar sabonete Dove, porque era o mais hidratante e eu tinha uma pele bem seca. Então fui ficando maior e abandonei um pouco esses cuidados, até porque, na adolescencia as mudanças acabaram envolvendo a pele também, e hidratação e espinhas acabavam andando juntas.

Bom, aí chegou uma época que comecei a ver minha mão excessivamente ressecada e cremes hidratantes normais não estavam funcionando; pelo contrário, parecia que pioravam a situação. Então começaram a aparecer pequenas feridinhas nas minhas mãos, que coçavam e dependendo do produto que usava, ardiam um pouco também.

Essa mão da foto não é minha, mas é mais ou menos isso que eu tive. Corri para a dermatologista. Para a minha surpresa (ou não), era o ressecamento que estava causando as alergias. E produtos químcos como detergente e sabonete colaboravam para as feridinhas aparecerem.

Para tratar: pomadas, hidratantes, sabonetes neutros e luvas para as atividades domésticas.

Mas minhas alergias não pararam por aí. Para minha grande tristeza, apareceu uma alergia de perfume (!) que me provocava coceiras onde eu espirrava o produto.

Aos poucos fui aprendendo que, no meu caso, não são todos os perfumes que causam a alergia e, na dúvida, espirro na roupa para não deixar de ficar cheirosa. 😉

Por fim, a mais recente foram as manchinhas vermelhas pelo corpo. Como inverno de BH é extremamente seco, e eu DE-TES-TO banho gelado no frio, lá estava eu, contra as recomendações da dermatologista, tomando banho com o chuveiro super quente. E a pele que já estava ressecada por causa do clima piorava.

Resultado: alergia, ressecamento e manchinhas vermelhas por falta de hidratação.

Agora eu cheguei no ponto em que eu queria. Sabe porque estou contanto tudo isso? Por causa de uma coisa que aprendi com a minha dermatologista: Hidratantes perfumados, de marcas comerciais NÃO hidratam.

Quer dizer, até hidratam, mas bem pouco. E é super comum pessoas desenvolverem alergias aos perfumes deles.

Por experiência própria: no momento em que me dava o desespero eu recorria a eles e… não adiantava NADA. Pequeno alívio momentaneo, mas no mesmo dia já via necessidade de hidratação de novo.

Se você quer uma hidratação boa de verdade, procure um dermatologista. Ele vai te indicar um bom hidratante, desses que você compra na farmácia e não no supermercado; ou então te dará uma fórmula para mandar manipular.

Ultimamente estou usando um desses de farmácia. Não vou indicar o nome aqui porque não sou médica, mas uma aplicação dele tem valido umas 10 dos cremes comerciais, viu?

Achei que essa dica é algo que deveria compartilhar. Tenho certeza que tem mais gente por aí que tem problemas com pele sensível como eu, e também sofre para resolver… E para que não tem, ainda assim #FicaDica.

Esmaltes – Meu primeiro Dior

Risqué, Colorama, Impala, marcas de esmaltes para pessoas normais como eu, e que eu adoro. Vivo de olho nas novas coleções, lançamentos e novidades nail fashion… rsrs.

Mas que mulher nunca sonhou em comprar um bom esmalte de marca, como o famoso Jade da Chanel?

O problema é que além do precinho nada amigo, encontrar as benditas cores-tendência é um verdadeiro desafio.

Ainda não tenho o meu Jade, nem o Particulière, que a algum tempo atrás se tornou o sucessor dele como queridinho do mundo da moda e dos blogs.

Esmaltes gringos… É o mundo das grifes fora até do ao alcance das nossas mãos… 😉

Maasss, apesar da vida real ser regada a marcas nacionais, o dia que quero me sentir poderosa, eu uso o mais importado dos esmaltes que tenho em casa: o 886 – “AZTEC CHOCOLATE” – da linha “Dior Vernis”.

Adoro a cor! É meio difícil explicar o tom, talvez um “marrom-grafite”.

No vidrinho você diz que é um cintilante marrom, nas mãos tem hora que parece ser grafite. Lindíssimo.

Numa produção mais neutra, como preto, ou nude, ele dá um show à parte.

Apesar da foto com flash ter ficado ruim, deixo aqui para vocês verem a diferença na luz:

Mas aqui eu deixo minha decepção: durabilidade curta – igual a das marcas nacionais (quiçá, menor).

Mas nem por isso ele deixa de ser ótimo. Super recomendo.

Querida Dior, seus produtinhos são galmourosos, chics e caros; que tal investir numa durabilidade à altura?

Medo de envelhecer…

Essa semana eu andei pensando em um medo que, creio eu, é universal: medo de ficar velha. Os blogs são cheio de recomendações e as lojas de cosméticos cheias de produtos para evitar, disfarçar, corrigir as linhas de expressões. Daí entra em cena o botox e as cirurgias plásticas.

Vi em um blog uma frase que me deixou chocada – era algo como: “use cremes antirrugas desde seus 20 anos, nada de esperar as rugas aparecerem hem?!”.

Bom, sei que o que ela quis dizer é que é melhor prevenir do que remediar, mas o que me incomodou foi a ideia de que a cada dia se exige mais cedo o modelo utópico da juventude eterna.

Não sei se é porque ainda tenho vinte-e-poucos anos e que não tenho ainda esse problema, mas acho isso a maior besteria do mundo!

Por que temos que manter nosso rosto de 20 anos até os 60? Ou pelo resto da vida? O que há de mau em deixar o mundo saber que você não via teletubbies na sua infância, mas que que curtiu o primeiro Rock in Rio? Ou viu aqueles inesquecíveis festivais da MPB da década de 70? Ou que viveu os “Anos Dourados”? Ou mesmo que já tem a maturidade de quem viu o fim da 2a Guerra Mundial? Que mal há  em confessar que a adolescência já passou e assumir seus 20, 30, 40, 50, 60, 90 anos?

Há beleza no tempo! O tempo deixa o sinal de amadurecimento, de sabedoria, de VIDA.

Lembro que uma vez, na escola, estudando geopolítica -ou sei lá o quê-, o professor disse que como a maioria da população era jovem, esse se tornou o padrão que todos querem alcançar. Disse que a aparência de juventude seria sinônimo de aparência de beleza , pois ser jovem seria estar dentro do padrão – e ninguém quer ficar fora do padrão.

Tudo bem que meu professor não era nenhum antropólogo, sociólogo ou nada do gênero, mas acho que o que ele disse faz algum sentido.

Mas, sinceramente, que beleza existe em ficar esticada feito um plástico repuxado? Que tal se encher de plástica e ficar assim:

Sem uma ruga sequer! Juventude eterna!

Vamos lá, isso é beleza?

Ouvi o caso de uma adolescente que disse a um pastor que não queria envelhecer nunca. Então ele respondeu “tudo bem, vou orar para Deus te levar agora”! Claro que ela rejeitou a oração, mas a moral aqui é: se você não quer morrer cedo, você necessariamente vai ficar ficar velha.

Eu, particularmente, prefiro o envelhecimento à morte precoce.

Sabe o que eu acho um visual incrível? Os cabelos brancos da  Meryl Streep em “O diabo veste Prada”.

Não vou mentir aqui e dizer que não arranco meus insistentes e prematuros fios brancos, mas de verdade, pretendo deixar meu cabelo como o dela quando meus brancos não forem mais a exceção e passarem a ser a regra. Aqui se vê o charme de assumir a idade que se tem, sem deixar de ser charmosamente poderosa. Até acho que pode funcionar na vida real. Sei que durante a transição dos fios totalmente escuros, para os totalmente brancos vai ser dificil evitar a aparência  “envelhecida”, mas acho que o final pode valer a pena.

E quer saber? Acho muito mais bonito beleza de verdade, o ser humano REAL, sem as invencionisses da mídia que propõe um esteriótipo virtual e inatingível. Prefiro ver um sorriso com pequenas ruguinhas no canto do olho a ver um sorriso inexpressivo de botox – dessas mulheres que perdem a expressão facial, que perdem as curvas naturais, que perdem a beleza humana, que perdem a identidade.

Quero deixar claro que não sou contra tratamentos estéticos. É bem capaz que daqui a alguns anos você trombe comigo na rua e me veja de silicone, e talvez eu esteja usando um antirrugas ou tenha tomado algumas agulhadas na testa. Não é isso que critico. O que sou contra é a ditadura da beleza, a soberania de ideais inalcançáveis, a beleza perfeita, a juventude eterna.

Só que isso não quer dizer que você não possa/deva estar na SUA melhor forma, SUA melhor aparência, na melhor versão de você.

Pretendo curtir a minha vida com todas as características que a tornam humana e real. E quando eu chegar na terceira idade, quero aproveitar o que ela tem de bom.

(Ainda sonho com o dia em que a maioria da população será idosa, e a velhice será o padrão. Quem sabe um dia…)

MOROCCANOIL – Eu testei (resenha)

Produtinho que está bombando por aí é o tal do óleo marroquino. Celebs gringas e brasileiras já disseram que usam o MoroccanOil e a blogosfera bomba de resenhas, sorteios e comentários de meninas curiosas pra saber se o produto é ou não tudo isso que falam.

clique na imagem e vá para o site oficial da linha

Já testei (tenho em casa) vários produtos da linha e aqui vão as minhas impressões:

Shampoo: muito bom. O cheirinho é gostoso (como de toda a linha) e sempre tenho a sensação de que ao aplicar o shampoo meu cabelo já fica mais macio. Aprovo.

Condicionador: Não me dei muito bem com ele. Assim que aplico, parece que meus fios “arrepiam” e meu cabelo embaraça todo. Aí eu tenho a sensação de  que nunca mais vou conseguir tirar os nós e vou desesperada pegar um pente e desembaraçar a cabeleira no chuveiro mesmo (contra várias recomendações que dizem que não é bom desembaraçar cabelo molhado). No final dá tudo certo e ao terminar o enxágue ele fica bem macio. – Até a próxima lavagem e a repetição da “saga” para desembaraçar tudo de novo -.
Mas não “desrecomendo” o teste. Vai que isso acontece só comigo? (Acho que não…)


Máscara: Cabelos super macios em 10 minutos. A embalagem diz que uma colher de chá é suficiente e, acredite em mim, é verdade. A menos que você seja a Rapunzel e tenha o cabelo muito grande. Minha irmã diz que pra ela funciona melhor deixando extrapolar os 10 minutos recomendados. Vale a pena para uma boa hidratação.

Leave-in-para cachos: É bom, gosto de usar. Poréeem, ele não dá conta do recado sozinho. Quem tem cabelo cacheado sabe a luta que é pra encontrar um bom creme: um promete definir os cachos, outro tirar o volume, outro não deifine porque tira o volume, outro define mas o frizz continua lá – a gente nunca sabe qual usar, isso quando não usa todos juntos… rsrs Esse creme Moroccanoil até deixa os cachos “bonitinhos” mas não totalmente definidos, e não deixa o volume sob controle. E também não elimina o frizz. Se quiser, pode testar, mas o produto promete demais e talvez não valha todo esse investimento.

E finalmente…

O ÓLEO: Melhor produto da linha. Dá um medinho de usar e deixar os fios com aspecto de oleoso, MAS NÃO! Basta um pouquinho nas mãos que dá pra espalhar em tudo. Aí sim bye bye frizz, hello cabelo com cara de bem cuidado, de atriz de novela… E SIM, facilita qualquer processo de secagem, da chapinha ao babyliss. Curti e aprovo! Minha mãe diz que dispensa todo o resto da linha e compra só o óleo agora.

Bom, é isso meninas. Agora é só avaliar o que suas madeixas precisam mais. Curtiram?

Colher de pedreiro

Frase da minha semana:

Infelizmente, nos tornamos tão desacostumados de ver rostos limpos, que algumas mulheres acreditam ser feias sem maquiagem e a usam como uma máscara para se esconder, e não como auxílio para tornar seus rostos mais sedutores e misteriosos.

Os homens se sentem mais atraídos por mulheres que usam maquiagem natural do que por mulheres que parecem ter sido rebocadas com uma colher de pedreiro.

Do livro “Por que os homens mentem e as mulheres choram” de Allan e Barbara Pease.

Já viu isso? Você está naquela festa e vê aquela maquiagem fake? (Vocês também tem a sensação de que isso é vulgar? – eu tenho -). Já viu isso na internet? Confesso que faço questão de passar longe de certos tutoriais de maquiagem de alguns blogs por aí – não quero aquela aparência MESMO!

Já viram sites de maquiagem virtual? O Taaz faz esse serviço. Acho interessante você poder brincar com todas as coisas que talvez não sejam usáveis, a menos que você seja uma personalidade como a Elke Maravliha, ou que vá desfilar na Sapucaí.

Um conselho: vá ao site e se divirta, mas, se sua make real estiver parecida com a do site, vá correndo atrás de um demaquilante. 😉

Dare, Bare, Flare – Sigma

Em quase todos os blogs de moda e beleza que acompanho, o assunto mais recente é: As novas paletas da Sigma.

São três paletas de sombra da marca gringa super entendida de makes e pincéis.

A paleta DARE tem tonalidades mais quentes e ao mesmo tempo vibrantes e neutras.

A BARE tem um proposta de tons para todo-dia, de uma make mais natural, com os básicos preto, marrom e nude.

E a FLARE tem uma proposta mais divertida, de verdes, roxos e beges.Dá ou não vontade de comprar todas?

Infelizmente não recebi nenhuma delas para fazer o swatch aqui no CR. E esperar chegar vai ser uma eternidade.

Ao menos vi boas críticas delas nos outros blogs de moda que acompanho. Quem testar me conta para eu postar aqui. 😉

Para quem ficou com vontade de comprar, o preço no site é US$ 35,00.

Beijos