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Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge – Curiosidades

Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, que estreou em 903 salas no Brasil na última sexta-feira, dia 27 (incluindo seis salas IMAX), contou com uma preparação especial para os figurinos e veículos utilizados no longa. O protagonista, por exemplo, usa uma armadura criada com 110 peças separadas e teve 50 capas para diferentes situações, como fuga, lutas etc. Selina Kyle, a Mulher-Gato, ganhou 20 figurinos, incluindo óculos que, quando virados, parecem orelhas de gato. O vilão Bane utilizou sete trajes no total.

Veja abaixo mais algumas curiosidades sobre os figurinos e veículos de Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge:

 

FIGURINOS

Batman

 

ü      O figurino em O Cavaleiro das Trevas Ressurge manteve-se inalterado em relação ao design utilizado em O Cavaleiro das Trevas.

ü      É composto de 110 peças separadas.

ü      As peças moldadas em uretano semi-flexível são fixadas a uma malha de poliéster chamada malha espaçadora 3D, que é vendida para militares e para fabricantes de artigos médicos e de materiais esportivos hi-tech como um substituto do neoprene, pois é muito “respirável”. É de malha e não é tecida.

ü      Painéis de fibra de carbono – forte, leve e resistente – podem ser encontrados dentro muitas peças de uretano moldado em torno das pernas, tórax e abdômen do traje, para proteção adicional.

ü      A Produção criou 50 capas ao todo – variando em forma, comprimento e tamanho – para adaptar-se a diferentes situações, tais como fuga, caminhada a pé, ação/luta e salto.

ü      A capa é feita de um tecido eletro-estaticamente flocado e adota um processo utilizado pelo Ministério da Defesa do Reino Unido para situações em que é necessária a detecção em condições de visibilidade mínima à noite.

ü      O departamento de Efeitos Especiais inventou um novo tipo silencioso de máquina de vento direcional, para uso na geração da imagem de capa esvoaçante inspirada em ilustrações icônicas de histórias em quadrinhos.

ü      O peso total do traje com capuz e capa é de aproximadamente 13,6 kg.

 

Mulher-Gato

 

ü      20 trajes foram feitos para a gata-ladra Selina Kyle.

ü      Cada traje tem duas peças com o cinto posicionado de forma a dar uma impressão de peça única.

ü      O traje é composto de um cinto de utilidades, luvas até o cotovelo, botas até a coxa e óculos. A figurinista Lindy Hemming projetou os óculos para parecerem orelhas de gato quando virados.

ü      Há sete botas diferentes com saltos de várias alturas para ações como correr e andar de Batpod, mas a “bota da heroína” tem um salto de lâmina cortante para lutar e retalhar.

ü      O traje é feito de laminado de fibra de carbono em relevo. É composto de duas camadas, sendo a externa de spandex revestido de poliuretano com a textura de uma trama hexagonal de fibra de carbono.

 

Bane

 

ü      Sete trajes no total foram criados para o Bane, compostos de botas e calça de combate e armadura. O traje é feito de materiais naturais e formado por retalhos e peças reaproveitados.

ü      A máscara do Bane é feita de polímero ABS e foi construída pelo departamento de Efeitos de Figurinos usando uma impressora 3D.

 

 

BAT- VEÍCULOS

 

Batmóvel

 

ü      O Batmóvel não mudou desde Batman Begins, mas em O Cavaleiro das Trevas Ressurge aparecem diversos veículos tumbler em suas cores de camuflagem originais.

ü      Existem três diferentes tipos de tumblers personalizados camuflados, um com canhão em torre giratória, outro com lançador de mísseis teleguiados e um terceiro com outro canhão.

ü      O Batmóvel foi projetado por Christopher Nolan e pelo Designer de Produção Nathan Crowley na garagem do cineasta em Los Angeles. O protótipo foi feito grudando carros de brinquedo, eventualmente combinando um Hummer e um Lamborghini – com inspiração em veículo de origem militar.

ü      O nome tumbler se origina do histórico militar do veículo, devido à sua capacidade de saltar e dar cambalhotas.

ü      O carro não tem eixo dianteiro. Nolan queria que as rodas pudessem ser montadas na lateral, o que num primeiro momento acreditava-se ser impossível. No entanto, o Supervisor de Efeitos Especiais Chris Corbould e o Supervisor de Oficina Andy Smith acabaram por encontrar uma maneira de fazer funcionar as rodas montadas nas laterais.

ü      Tudo no Batmóvel foi construído do zero. Não é um veículo já existente que foi remodelado ou personalizado.

ü      O Batmóvel tem seis rodas – duas na frente e quatro na parte de trás, que são pneus de “monster truck”. Três conjuntos diferentes de pneus com quantidades variadas de banda de rodagem foram criados para que o piloto dublê George Cottle pudesse decidir o quanto de energia de derrapagem necessitaria para cada situação.

ü      O veículo consome gasolina comum sem chumbo e pesa duas toneladas e meia.

ü      O veículo pode pular até 2m de altura e já saltou a uma distância de 20 metros.

ü      Sua velocidade máxima é de aproximadamente 169 km/h e acelera de zero a 97 km/h em cinco segundos

 

Bat-pod

 

ü      O design da Bat-pod não se alterou desde O Cavaleiro das Trevas.

ü      A Bat-pod foi projetada e desenvolvida para dar ao Batman um meio mais rápido para andar pelas ruas de Gotham City. Tal como o Batmóvel, a moto é rápida e feroz, e é perfeitamenteadequada a situações hostis. Foi construída para todas as superfícies e está equipada com três armas de cada lado: um canhão de munição explosiva, uma arma de captura e uma metralhadora.

ü      Os pneus são idênticos aos do Batmóvel.

ü      O peso total da Bat-pod é de cerca de 330 kg.

ü      A moto é projetada para o piloto permanecer sempre nivelado, mesmo quando a moto se inclina.

ü      É tão veloz quanto o Batmóvel.

ü      É uma moto que não necessita suporte para permanecer em pé quando parada.

ü      Cada elemento da Bat-pod tem uma função própria. Não existe nada ali apenas para efeito estético.

 

Morcego

 

ü      A mais recente adição à frota de veículos do Batman é o Morcego.

ü      O Morcego é um veículo aéreo-urbano – meio helicóptero, meio avião de decolagem e aterrissagem vertical – projetado por Nolan e Nathan Crowley, e construído pela equipe de Chris Corbould a partir de uma miniatura.

ü      Cada painel sob medida do Morcego é esculpido e moldado em fibra de carbono peso-leve.

ü      Há dois Morcegos completos, e dois cockpits separados para cenas em que Batman é mostrado dentro do veículo.

ü      O Morcego pesa cerca de 1.360 kg.

ü      Embora tecnicamente o Morcego não possa voar sem auxílio (embora voe no filme usando efeitos visuais e práticos), possui canhões de verdade que disparam pirotecnia. Todas as luzessão controladas por rádio para mudarem o ângulo em pleno vôo.

ü      Ao Morcego é dada a ilusão de voar de diversas formas: sob um helicóptero, em cabos elevados, suspenso com cabos por um guindaste, montado em seu próprio veículo ou até em trilhos, quando é mostrado rompendo através de superfícies. 

ü      São necessárias três pessoas para operar o veículo ao qual o Morcego está acoplado durante cenas de perseguição pelas ruasum motorista e dois técnicos, um dos quais controla omovimento para cima e para baixo e outro que controla o movimento para os lados e o movimento para frente e para trás.

ü      A altura que o Morcego atingiu quando acoplado ao veículo foi de cerca de 5 a 8 metros.

ü      Durante a cena de perseguição no túnel Wabash em Los Angeles, havia apenas 45 cm de folga de cada lado do Morcego.

ü      Para simular uma decolagem, o Morcego foi suspenso de um helicóptero Sikorsky carga-pesada e levantado a partir do telhado de um prédio.

 

SINOPSE

 

Oito anos se passaram desde que Batman desapareceu na noite e passou de herói a fugitivo. Ao assumir a culpa pela morte de Harvey Dent, o Duas Caras, o Cavaleiro das Trevas sacrificou tudo pelo que ele e o Comissário Gordon esperavam ser o melhor. Por um tempo a mentira funcionou, com a criminalidade em Gotham City sendo destruída pela lei anti-crime de Dent.

Mas tudo irá mudar com a chegada de uma ladra com interesses misteriosos. Muito mais perigoso, porém, é o aparecimento de Bane, um terrorista mascarado cujos planos cruéis para Gotham visam tirar Bruce de seu exílio autoimposto. Mesmo usando novamente seu capuz e sua capa, porém, Batman pode não ser páreo para Bane.

Liderando o elenco internacional de estrelas está o vencedor do Oscar Christian Bale (“O Vencedor”), que novamente interpreta o papel duplo de Bruce Wayne/ Batman. Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge também é estrelado por Anne Hathaway, como Selina Kyle; Tom Hardy, como Bane; a vencedora do Oscar® Marion Cotillard (“Piaf – Um Hino ao Amor”), como Miranda Tate; e Joseph Gordon-Levitt, como John Blake.

Retornando ao elenco principal está o vencedor do Oscar Michael Caine (“Regras da Vida”) interpretando Alfred; Gary Oldman é o Comissário Gordon; e o vencedor do Oscar Morgan Freeman (“Menina de Ouro”) reprisa o papel de Lucius Fox.

O roteiro foi escrito por Jonathan Nolan e Christopher Nolan, com a história de Christopher Nolan & David S. Goyer. O filme tem produção de Emma Thomas, Christopher Nolan e Charles Roven, que já trabalharam juntos em Batman Begins e no sucesso de bilheteria O Cavaleiro das Trevas. Os produtores executivos são Benjamin Melniker, Michael E. Uslan, Kevin De La Noye Thomas Tull, com Jordan Goldberg como coprodutor. O filme é baseado nos personagens criados por Bob Kane e publicados pela DC Comics.

Nos bastidores, Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge reúne o diretor com vários de seus colaboradores de longa data e todos eles trabalharam juntos em O Cavaleiro das Trevas. A equipe criativa inclui o diretor de fotografia Wally Pfister, que recentemente ganhou o Oscar por seu trabalho com Nolan em A Origem; os designers de produção Nathan Crowley e Kevin Kavanaugh; o editor Lee Smith; e a figurinista vencedora do Oscar Lindy Hemming (“Topsy-Turvy – O Espetáculo”). Além disso, Paul Franklin e Chris Corbould, ambos vencedores do Oscar® pelos efeitos de A Origem, supervisionarão os efeitos visuais e especiais, respectivamente. A música será composta pelo vencedor do Oscar Hans Zimmer (“O Rei Leão”).

Na realização do filme, Christopher Nolan utilizou câmeras IMAX de maneira ainda mais ampla do que em O Cavaleiro das Trevas, que marcou a primeira vez que uma grande produção de longa-metragem foi parcialmente filmada com câmeras de grande formato.

As locações para o filme contaram com três continentes e incluem as cidades americanas de Pittsburgh, Nova Iorque e Los Angeles, bem como locais na Índia, Inglaterra e Escócia.

O filme está em exibição nos cinemas nos formatos 35mm e Imax. 

Trailer:

Acesse o site: www.batmanressurgeofilme.com.br

A Pele que Habito

Desde que sua esposa foi queimada em um acidente de carro, o Dr. Robert Ledgard (Antonio Banderas), um iminente cirurgião plástico, interessou-se em criar uma nova pele com a qual ele poderia tê-la salvo. Depois de 12 anos, ele consegue criar, em seu próprio laboratório, uma pele que é sensível ao toque, mas um verdadeiro escudo contra todas as formas de agressão, tanto externas quanto internas, às quais o maior órgão de nosso corpo – a pele – é frequentemente submetido. Para obtê-la, ele tem utilizado possibilidades oferecidas pela terapia celular.

Além de anos de estudo e experimentação, Robert precisava de uma cobaia humana, um cúmplice e nenhum escrúpulo. A falta de escrúpulos nunca foi um problema, uma vez que isto não fazia parte de seu caráter. Marília, a mulher que cuidou dele desde o dia em que nasceu, é sua mais fiel cúmplice. Mas a cobaia humana…

O filme é um tapa na cara, quem pensava que Almodóvar era incapaz de fazer suspense, se é que podemos classificar o filme, uma vez que o próprio Pedro não sabe que gênero enquadraria o filme.

A princípio o filme não é muito a cara o diretor mesmo, mas ao analisarmos bem, encontramos todos os seus traços, cores fortes na fotografia, o humor negro, trilha mais intimista, diálogos irônicos e reviravoltas impressionantes.

Tenho pra mim que o longa mostra uma fase mais íntima do diretor, e demonstra também certo amadurecimento, por isso o filme mais frio. Aborda várias questões, bioética, psicanálise, desejos reprimidos, traumas, voyeurismo e, apesar de não se aprofundar em nenhuma, faz o espectador ficar pensando, ou melhor, ruminando, pois o filme é do tipo, engole, digere, mastiga de novo, engole… Não por ser difícil de entender, pelo contrário, é bem direto e não deixa pontas soltas, mas por ser do tipo difícil de digerir mesmo.

Ainda poderia vomitar aqui tudo o que entendi do filme, analisar as personagens e suas ações, mas é prudente, para por aqui, para evitar spoilers. É melhor deixar que cada um tenha sua própria experiência e chegue a suas próprias conclusões. Recomendo!

Maquiagem e seus tipos – Parte I – Maquiagem Conceitual

A Maquiagem conceitual de Vivienne Westwood

Todo mundo que curte moda já ouviu falar da irreverente Vivienne Westwood, sua roupas expressão seu estilo de vida. Toda sua referência vem do movimento Punk, que nesta coleção de Outono Inverno 2011/12 apresentada em Paris, fica bastante explicito na make das modelos:

Nesta coleção Vivienne vai da  alfaiataria , passando pelo casual até chegar na moda festa.  Seus estilo rebelde é traduzido em suas roupas, e a maquiagens.

As pessoas comuns, podem achar os looks, penteados e maquiagens de extremo mau gosto, e  muitas vezes se perguntam: “Mas quem é que vai usar isso?” A resposta é simples: Nínguem!

Os defesfiles, principalmente os de marcas luxuosas, expressam um conceito, que sintetiza uma ideia, daí surgem as roupas que, geralmente,  não são “vendíveis”. Como exemplo, uma marca poderia lançar uma coleção de verão baseado nos oceanos, então os oceanos seriam traduzidos em roupas vaporosas, leves, azuis, verdes, etc…,  e a maquiagem, “faz parte do show”, é um complemento que ajuda na tradução desse conceito.

A maquiagem conceitual não é usável, mas, digamos, artística, para passarela, desfiles, ou teatros. Afinal ninguém vai sair por ai com a cara pintada de de punk, a não ser que essa pessoa seja adepta do movimento.

 Confira em nossa galeria outros look do desfile de Vivienne e também outras maquiagens conceito.

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Imagens retiradas do Google

Tancredo a Travessia

Aconteceu na última quinta dia 27 de Outubro, a pré-estreia, do documentário “Tancredo a Travessia”. O evento foi realizado no cine Belas Artes, e contou presenças Ilustres, dentre eles, Aécio Neves, jornalistas e a “high society” da política mineira.

 O longa conta a trajetória política de Tancredo Neves (1910-1985) e revisita diversas páginas cruciais da história do Brasil que contaram com a decisiva intervenção do hábil político mineiro. Examinam-se suas ligações com Getúlio Vargas, a quem apoiou até o fim; suas gestões para permitir a posse de João Goulart no clima instável após a renúncia de Jânio Quadros; e também seu trânsito junto ao marechal Humberto de Alencar Castello Branco, o primeiro presidente militar. Da mesma forma, traça-se sua importância na tarefa de organizar a oposição ao regime militar, como um dos fundadores do MDB, e, anos depois, como um dos participantes da Campanha das Diretas, ao lado de Ulysses Guimarães. Amigos e colaboradores relembram sua figura e o trágico episódio da doença que o impediu de tomar posse na Presidência, em 1985.

 O filme é sóbrio, faz o uso do off dos narradores (Christiane Torloni, Beth Goulart e José Wilker) durante a exibição de vídeos históricos, e tem uns recortes e colagens bem interessantes. No Elenco está toda a elite política que esteve ligado diretamente ou não a Tancredo, seu neto, Aécio Neves, José Sarney, Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Fernando Lyra, Paulo Maluf, dentre outros.

Li em um blog : “Os disparates na Política Nacional de ontem e de hoje são evidentes e a corrupção, infelizmente, é o primeiro atributo associado à classe. Porém, devemos entender que certos homens, por insistirem nas mudanças de um presente sórdido, considerado como “anos de chumbo”, contribuíram para moldar um futuro com perspectivas otimistas. Tancredo foi um deles.”Concordo que, de fato nosso  problema político no Brasil vem de berço, Tancredo pode ter contribuído para que, de alguma forma, para o Brasil ser, o que é hoje, e o filme conta muito bem isso, mas nessa história, nem tudo são flores, e o filme retrata só a parte boa, mas isso não compromete em nada o longa, que cumpre com louvor sua proposta.

 Em resumo, o filme é uma verdadeira aula de história, uma aula que vale a pena assistir.

Eu queria ter sua vida

Em “Eu queria ter sua vida”, Mitch (Ryan Reynolds, de Lanterna Verde) é um cara solteiro, mora sozinho em um apartamento bakana, pode ter qualquer garota e fazer o que quiser com seu tempo. Uma vida invejável, para todo o homem casado. Já seu amigo Dave (Jason Bateman, de Quero matar meu chefe) leva uma vida muito mais regrada, fez faculdade, casou-se, tem três filhos, trabalha muito para dar conforto para a família, e tem pouco tempo livre para fazer as coisas que gosta; por outro lado tem tudo que um solteiro deseja ter um dia.

 

Essa inveja recíproca faz com que um deseje a vida do outro. A partir de então, magicamente, suas vidas nunca mais serão as mesmas. Um roteiro, bem batido diga-se de passagem – até o brasileiro Daniel filho em “Se Eu Fosse Você” já bebeu dessa água. Mas seria injusto dizer que o filme é ruim, ele é bem light e conseguiu até me tirar algumas risadas, além de ter uma mensagem em que valores familiares são resgatados.

A dupla é o que sustenta o filme, apesar de Ryan Reynolds não ser do tipo de ator que convence em seus papéis. Pra mim ele estava igualmente ruim no Lanterna verde, enquanto Jason Bateman, mais experiente em comédias, está muito bem.

 

Para quem estiver a fim de um programinha ligth, tipo domingo a tarde ou um sábado a noite descompromissado, recomendo!

A Hora do Espanto

Refilmagem do clássico dos anos 80, A Hora do Espanto conta a história de Charlie Brewster (Anton Yelchin), um ex-nerd, que finalmente conseguiu o que sempre queria, fazer parte da turma mais popular e namorar a garota mais deseja da escola.

Seus problemas começam quando Jerry (Colin Farrell) se muda para a casa ao lado. Ele é alertado por seu amigo nerd que diz que Jerry é um vampiro e por isso é o responsável pelo sumiço de pessoas da cidade; Charlie não acredita na história de vampiros e o despreza.

Depois de observar mais atentamente seu vizinho, Charlie tem certeza de que o amigo estava certo; ele então precisa convencer sua mãe e sua namorada que o vizinho não é uma pessoa tão boa quanto parece. Incapaz de convencer a alguém, ele então precisa achar um meio de se livrar do monstro.

Infelizmente, ainda não assisti ao filme original de 85 – há quem diga que essa refilmagem não chega nem aos pés do primeiro filme. E não é por menos, o filme é realmente muito fraco, segue bem a linha “trash”, os efeitos visuais chegam a ser exagerados, apesar de não serem ruins, o filme também é em 3D. Desnecessário.

O filme é assustador, mas não muito; em alguns momentos, chega até ser engraçado, em outros nem tanto. Nem terror nem comédia, de fato o filme não consegue ser nem uma coisa nem outra. Mas para aqueles que gostam de vampiros, o filme poderá até ser aceitável.

Li alguns comentários sobre o longa, e as criticas também estão divididas, algumas boas, outras ruins. O fato é que esse remake não tem potencial para ser tornar um clássico, igual ao primeiro.

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Uma Professora Muito Maluquinha

Adaptação do livro de mesmo nome, do escritor Ziraldo, o Longa conta a história, de Cate, uma moça que retorna a sua cidade natal após ter sido enviada para a capital, para estudar. Ao chegar é contratada por uma escola onde começa a dar aulas.

Por estar muito a frente do seu tempo, passa a ser incompreendida e mal interpretada pelas beatas da cidade. E é com esse jeito irreverente, “inventando moda”, que ela conquista as crianças de sua classe.

O filme é bem fiel ao livro, a produção é bem feita, as locaçõesem São João DelRei, foram muito bem escolhidas,

A atriz Paola Oliveira é quem interpreta a professora que escandaliza a cidadezinha do interior de Minas Gerais. Escolha por sinal muito feliz, Paola está brilhanteem seu papel. Orestante do elenco também está bem, e conta com Chico Anísio, como Monsenhor Aristides, Suely Franco Tia Cida.

O filme é bem light, divertido, voltado pra crianças, mas, tenho certeza que toda família vai curtir.

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Missão Madrinha de Casamento


A vida de Annie (KRISTEN WIIG) está uma bagunça, ela está envolvida com um cara que não dá à mínima pra ela, perdeu a confeitaria que tinha e quando ela acha que chegou ao fundo do poço, descobre que o fundo é ainda mais abaixo, pois de repente, ela se vê sem emprego e sem casa para morar.

No meio disso tudo, ela descobre que a melhor amiga de sua vida toda está noiva, e ela simplesmente tem que ser a madrinha de Lillian (MAYA RUDOLPH) – e para piorar a “madrinha de honra”.

Helen (ROSE BYRNE) é a futura cunhada da noiva Lillian, e demonstra ser tão intima da noiva quanto a própria Annie, e isso gera uma rivalidade entre as duas. Helen é mais rica, mais bonita, e mais legal e isso faz com que Annie se sinta ainda pior em meio às circunstancias em que se encontra.

Sem dinheiro, Annie segue fingindo durante os caros e bizarros eventos que antecedem o casamento, tentando fazer o melhor que pode, com uma única chance de conseguir que tudo seja perfeito.

O filme é bem divertido, o roteiro é bem escrito, apela pra escatologia, mas não é nada que comprometa o longa. Megan, Melissa McCarthy (do seriado Mike & Molly) é a mais engraçada, mas o restante do elenco também está muito bem.

Missão Madrinha de Casamento, não é do tipo água com açúcar, tampouco pouco faz o gênero comédia romântica. Pelo título e assunto, obviamente, é voltado para o público feminino, mas, o masculino não irá se decepcionar.

Estréia dia 23 de setembro.

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O Homem do Futuro

O Homem do Futuro” é uma comédia romântica sobre amor e arrependimento. Quem já não quis voltar ao passado e consertar algo que fez de errado na vida? Um filme pop, regado a rock and roll e temperos de ficção científica.

Zero é um cientista brilhante e solitário que acredita ser infeliz porque 20 anos atrás foi humilhado pelo grande amor da sua vida. Ao tentar criar uma forma revolucionária de energia, volta acidentalmente ao passado e se vê diante da chance de encontrar a si mesmo (20 anos mais jovem) e “corrigir“ os erros de sua própria vida. Tentar manipular os caminhos do tempo é mais difícil e confuso do que possa parecer.

Do mesmo diretor de “A mulher invisível”, o filme nasceu especificamente de uma cena onde Selton Mello contracenava com ele mesmo e denunciava o mecanismo pelo qual a mulher invisível aparecia. Assim surgiu a premissa deste filme, a de um cara que viaja no tempo e encontra com ele mesmo vinte anos mais novo.

O longa promete ser o melhor filme brasileiro do ano. E de fato, em vista do que tenho visto, é um bom filme sim, mas  infelizmente, atores globais nos fazem lembrar das novelas, que apesar de possuirem tramas complexas, sua produção por vezes é muito pouco elaborada, no quesito inovação, além dos pequenos problemas de continuidade.

A fotografia é bem feita, e se modifica de acordo com as lembranças e a realidade em que Wagner Moura (Zero) se encontra; Ele está muito bem em seu papel, juntamente com a Alinne Moraes, e conseguem convencer como casal, “rola uma química”.

Quem está acostumado com as piadas apelativas e linguagem de baixo calão, comuns em filmes brasileiros, ficará espantado com a sutileza deste, que consegue ser divertido, sem recorrer a esse tipo de apelação.

Mas, em resumo é sim um bom filme, bem leve e divertido; até agora o melhor desse ano.

Planeta dos Macacos – A Origem

Assisti ao filme original “Planeta dos Macacos” já faz alguns anos, confesso que para mim já não causou tanto impacto, quanto causou em 1968 no seu lançamento. Mas é inegável que o filme foi um marco para época. A última cena do filme em que a é possível ver um pedaço da Estátua da Liberdade brotando da areia da praia é fantástica nos dá uma nova dimensão ao filme, nos perguntamos o que será que aconteceu para que ocorresse digamos, a revolução da evolução da ordem dos primatas.

Planeta dos Macacos – A Origem , de certa forma é também marcante para história do cinema, não exatamente pela história do filme, mas pela evolução tecnológica que ele traz. Para o filme foram utilizadas as mesmas tecnologias de captura de movimentos, do consagrado Avatar, só que aplicada ao mundo real, reconhecível, que é a cidade de San Francisco, nos dias de hoje. Então, tudo desde, os macacos, até os lugares, tinham que parecer autênticos, pois a história se baseia também na realidade, não é só ficção científica.

Para isso, filmaram-se os efeitos visuais em lugares de verdade, fora do ambiente controlado de um estúdio e isso é inédito para o cinema. Foi desenvolvido um novo equipamento portátil de captura de movimentos que pode ser usado em vários tipos de locações e pela primeira vez foi possível capturar movimentos em plena luz do sol. As expressões do macaco César, personagem principal da história são fantásticas, é possível ver em seus olhos seus sentimentos. Ele talvez seja a personagem mais humana do longa.

Falando do filme que é contato pelo ponto de vista de um animal inteligente, de qualidades humanas, capaz de elaborar estratégias, organizar e até liderar uma revolução, com quem nós espectadores, desenvolvemos uma verdadeira ligação emocional. Além de abordar outros temas como arrogância e a prepotência humana, pensamos que podemos tudo e não medimos as conseqüências.

Will Rodman (James Franco) é um cientista que trabalha em uma grande corporação da indústria farmacêutica, a Gen-Sys. Ele conduz pesquisa genética e busca desenvolver um vírus benigno que regenera tecido cerebral humano danificado. Ele está determinado a encontrar uma cura para o Mal de Alzheimer, pois seu pai, Charles (John Lithgow), sofre dessa doença.

Antes da Gen-Sys começar a fazer experiências com seres humanos para testar uma nova droga promissora e provavelmente lucrativa, a ALZ-112, os macacos que o Will usa como cobaias tornam-se muito agressivos repentinamente. A administração da empresa determina que a pesquisa fracassou e que o Will deveria abandonar a pesquisa. Em meio à confusão do cancelamento repentino do projeto, Ele se vê na obrigação de cuidar de um bebê chimpanzé, macho e órfão da cobaia mais promissora das suas experiências,. Esse jovem chimpanzé, predestinado a ser muito importante algum dia.

O que explica de forma lógica o nascimento de César, pois nos outros filmes da franquia, a relatividade entre tempo e espaço deixa a dúvida do tipo: “Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha?” Pois não se sabe com certeza se César nasceu antes, ou depois da revolução, nesse filme ele nasceu antes.

Para terminar, apesar de não ter nada de extraordinário, é um bom filme, com bons efeitos visuais, tem um bom roteiro e um bom argumento, consegue explicar de forma convincente o que aconteceu, sem forçar a barra.

Assista o Trailer:

Nesse vídeo, infelizmente em inglês e sem legendas, mostra um pouco sobre a produção do filme e a captura de movimentos citada acima:

Alguma Curiosidades sobre o filme: Retirado de Cinepop

 » Este é o segundo filme em que Andy Serkis empresta seus movimentos a um macaco, sendo a primeira em ‘King Kong’ de 2005.

 » O nome dado a mãe de César é “Bright Eyes”, devido à coloração nos olhos causada pelo vírus ALZ-112. “Bright Eyes” é o nome dado a Taylor (Charlton Heston) pelo Dr. Zira (Kim Hunter), no Planeta dos Macacos original.

 » O nome do personagem de Tom Felton é Dodge Landon, referência para Dodge (Jeff Burton) e Landon (Robert Gunner), colegas de Taylor (Charlton Heston) em ‘Planeta dos Macacos’.

 » Em uma cena, César está montando um quebra-cabeças da Estátua da Liberdade, em referência ao fim do Planeta dos Macacos original.

 » Kathryn Bigelow, Robert Rodriguez, Tomas Alfredson, Allen Hughes e Albert Hughes, Pierre Morel, James McTeigue, Dennis Iliadis e Scott Charles Stewart foram cotados para a direção.

 » Rupert Wyatt (‘The Escapist’) dirige.

 » Inicialmente intitulado ‘Rise of the Apes’ (A Ascensão dos Macacos), foi alterado para ‘Rise of the Planet of the Apes’ (A Ascensão do Planeta dos Macacos).

 » A empresa preferiu esquecer totalmente a refilmagem de 2001, dirigida por Tim Burton.